Pular para o conteúdo principal

Relato de Elba Ramalho veiculado no youtube sobre violência doméstica.

A intenção da publicação não tem fundo religioso, mas de compartilhar situações que qualquer mulher pode estar sujeita. 

"Há três anos, Elba Ramalho, 62, terminou o relacionamento com Cezinha, músico que tocava em sua banda. Atualmente, circula na internet um vídeo de um testemunho que a cantora deu durante um encontro de fiéis de uma Igreja Católica. Nele, ela afirma que o namorado a agredia.
'Ele bebia, ficava agressivo. A gente se batia. Eu, que não mato nem um mosquito, já estava no ponto de, ele dava uma e eu dava cinco. Ou seja, eu tinha caído. Eu estava na boca da fornalha', ela declarou.
Além disso, a cantora também fez questão de afirmar no vídeo, que foi postado em 2012, que sua relação com ele era de 'carne pura, não existia nada de alma' e que estava na decadência. (...)
'Não posso dizer que ele era uma psicopata, seria um pecado meu, não posso julgar. Estava muito apaixonada. Você fica aprisionada', disse no vídeo, que já tem quase 100 mil visualizações no Youtube."

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=PbeD4KKWArM




Matéria retirada do site: http://br.celebridades.yahoo.com/blogs/notas-omg/testemunho-elba-ramalho-diz-apanhava-namorado-115210362.html

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Maria Quitéria

Maria Quitéria nasceu na cidade de Feira de Santana, Bahia, em 1792. Apelidada de “Joana d’Arc brasileira”, Maria Quitéria pediu ao seu pai permissão para se alistar no exército para a luta da independência brasileira. Seu pai disse não e, é claro, ela foi mesmo assim: cortou os cabelos, vestiu as roupas do cunhado, e ficou conhecida como Soldado Medeiros. Seu pai descobriu isso poucas semanas depois, mas o comandante do Batalhão de Maria não deixou que ela fosse embora por ser uma excelente soldada. Após a descoberta trocou o uniforme masculino por saias e adereços. Sua coragem em ingressar em um meio masculino chamou a atenção de outras mulheres, as quais passaram a juntar-se às tropas e formaram um grupo comandado por Quitéria. Lutou em diversas batalhas e sua bravura foi reconhecida ainda em sua época. Com a derrota das tropas portuguesas, em julho de 1823, Maria Quitéria foi promovida a cadete e reconhecida como heroína da Independência. Dom Pedro I deu a ela o título de “Ca...

Com o tema ‘Igualdade para as mulheres é o progresso para todos’, ONU marca Dia da Mulher

“Acho que os homens e as mulheres são muito parecidos, porque existem tantos homens diferentes e tantas mulheres diferentes. Acho que a principal diferença entre os homens e as mulheres são as expectativas sociais que são colocadas nas mulheres e as expectativas sociais que são colocadas nos homens.” Este é um dos três depoimentos de um vídeo especial, em português e diversos outros idiomas, que a ONU e parceiros produziram para marcar o Dia Internacional da Mulher em 2014. A data é lembrado todo 8 de março. O tema deste ano é “Igualdade para as mulheres é o progresso para todos”. Os depoimentos são de mulheres de Madagascar, Irlanda e Nepal. “Homens e mulheres iguais? As mulheres são bem superiores”, diz a simpática mulher que vive no Nepal, acrescentando: “Não é verdade? Sem mulheres não há vida”. O projeto acima – do fotógrafo Yann Arthus-Bertrand – chama-se “7 Bilhões de Outros” e começou em 2003, consistindo em cerca de 6 mil entrevistas filmadas em mais de ...

Na rota da migração, mulheres se tornam presas fáceis

Diante do caos instalado no Oriente Médio e além, homens, mulheres e crianças diariamente partem em busca de amparo na Europa. Mas a situação não poderia ser mais difícil, principalmente para as mulheres, que estando em condições de vulnerabilidade sofrem violências de todas as formas e por todos os lados. A situação está crítica, segundo Susanne Hohne (psicoterapeuta) " quase todas as 44 mulheres que estão sob seus cuidados – entre as quais algumas que acabam de chegar à idade adulta, outras com mais de 60 anos – sofreram algum tipo de violência sexual."   “Não é uma questão de bem e mal. Se quisermos ajudar as mulheres, também precisamos ajudar os homens.” Texto completo aqui:  http://www.dm.com.br/cotidiano/2016/01/na-rota-da-migracao-mulheres-se-tornam-presas-faceis.html