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Com o tema ‘Igualdade para as mulheres é o progresso para todos’, ONU marca Dia da Mulher

“Acho que os homens e as mulheres são muito parecidos, porque existem tantos homens diferentes e tantas mulheres diferentes. Acho que a principal diferença entre os homens e as mulheres são as expectativas sociais que são colocadas nas mulheres e as expectativas sociais que são colocadas nos homens.” Este é um dos três depoimentos de um vídeo especial, em português e diversos outros idiomas, que a ONU e parceiros produziram para marcar o Dia Internacional da Mulher em 2014. A data é lembrado todo 8 de março. O tema deste ano é “Igualdade para as mulheres é o progresso para todos”. Os depoimentos são de mulheres de Madagascar, Irlanda e Nepal. “Homens e mulheres iguais? As mulheres são bem superiores”, diz a simpática mulher que vive no Nepal, acrescentando: “Não é verdade? Sem mulheres não há vida”. O projeto acima – do fotógrafo Yann Arthus-Bertrand – chama-se “7 Bilhões de Outros” e começou em 2003, consistindo em cerca de 6 mil entrevistas filmadas em mais de ...

6 dados que revelam a gravidade da violência contra a mulher

Neste post vamos trazer alguns dados que demonstram a violência contra a mulher em âmbito nacional. São 6 tópicos para serem lidos e repensados. 1 - As mulheres são assassinadas em casa; 2 - agressões são comum e não param; 3 - mulheres jovens estão em relacionamentos violentos; 4 - crianças sofrem junto com as mães; 5 - quase todo mundo conhece uma vítima; 6 - uma mulher é estuprada a cada 11 minutos no Brasil. Para ler o texto na íntegra:  http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/6-dados-que-revelam-a-gravidade-da-violencia-contra-a-mulher

Na rota da migração, mulheres se tornam presas fáceis

Diante do caos instalado no Oriente Médio e além, homens, mulheres e crianças diariamente partem em busca de amparo na Europa. Mas a situação não poderia ser mais difícil, principalmente para as mulheres, que estando em condições de vulnerabilidade sofrem violências de todas as formas e por todos os lados. A situação está crítica, segundo Susanne Hohne (psicoterapeuta) " quase todas as 44 mulheres que estão sob seus cuidados – entre as quais algumas que acabam de chegar à idade adulta, outras com mais de 60 anos – sofreram algum tipo de violência sexual."   “Não é uma questão de bem e mal. Se quisermos ajudar as mulheres, também precisamos ajudar os homens.” Texto completo aqui:  http://www.dm.com.br/cotidiano/2016/01/na-rota-da-migracao-mulheres-se-tornam-presas-faceis.html