"Apesar de o senso comum tratar a morte de mulheres no contexto familiar de forma romantizada como "crime passional", o debate trouxe à tona o esclarecimento de que o feminicídio não é um crime cometido por amor, mas, sim, por ódio. Além disso, a pesquisa feita pelo Instituto revela que a cobertura jornalista sem critérios pode contribuir para naturalizar a violência, em vez de impedir a culpabilização da vítima e justificar a ação do agressor."
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