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#DeixaElaTrabalhar

Em tempo de Copa do Mundo e do futebol em foco diversas denúncias foram relatadas por jornalistas esportivas brasileiras e do mundo inteiro, os fatos tem acontecido nos estádios por parte de torcedores, sujeitos que trafegam etc. Também ocorre nos locais de trabalho dessas mulheres, como as redações em que elas trabalham. Elas se reuniram e criaram a Hashtag  #DeixaElaTrabalhar e que contém os relatos das agressões e preconceitos vivenciados pelas profissionais e um pedido de RESPEITO!   A campanha #DeixaElaTrabalhar foi lançada nas redes sociais, e para a divulgação da campanha criaram um vídeo:   O estudo "Mulheres no Jornalismo Brasileiro" ouviu mais de 500 jornalistas brasileiras e  segundo dados e levantamentos da Abraji e do site Gênero e Número: http://www.generonumero.media/   86 % das mulheres que foram entrevistadas afirmaram que já passaram por no mínimo uma situação de discriminação de gênero no trabalho e 70% já ouviram ...

Como identificar relacionamentos abusivos.

O NUMAPE-FB está em endereço eletrônico e físico para atender e ajudar mulheres que sofrem violência doméstica. Nosso time conta com advogada, pedagoga, psicóloga e auxiliares. Essa cartilha é para demonstrar que um relacionamento pode ser abusivo e prejudicial e que muitas vezes passam despercebidos, mas relações assim devem parar imediatamente.  Telefone para contato NUMAPE: (46) 3520-4861. Endereços eletrônico:  (Facebook: Numape - Francisco Beltrão: Apoio às Mulheres) (Endereço Físico:  Rua Maringá, 1200, Centro de Pesquisa, sala 2 -  Francisco Beltrão- Paraná) Se você se encontra em um relacionamento abusivo e não percebe, aqui vai algumas características de um:  (CRÉDITOS AOS AUTORES)

LEI MARIA DA PENHA: 11 ANOS TENTANDO COMBATER A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

E m um cenário no qual o empoderamento feminino ganha mais força a cada dia, a Lei Maria da Penha, que completará 11 anos desde a sua aprovação em 7 de agosto de 2006, com vigência desde setembro daquele ano, é considerada um marco no combate à violência contra a mulher, protegendo muitas vítimas de abusos e agressões.  Segundo balanço realizado pelo Ligue 180, de janeiro a junho de 2016, a central telefônica recebeu 67.962 relatos de violência doméstica, sendo 86,6% destes referentes a situações previstas na legislação.  A especialista em direito de família, Regina Beatriz Tavares da Silva, ressalta a importância da lei, que protege a mulher tanto de agressões físicas quanto de violências psicológicas, patrimoniais e morais.  "A Lei Maria da Penha prevê uma série de medidas protetivas e de urgência em favor da mulher e contra o agressor, assim como medidas assistenciais. Poucos sabem, mas a Lei protege a mulher também em relação à violência...

Aplicativo desenvolvido no Rio quer ajudar a prevenir violência contra a mulher

"O app  Elza , em homenagem a cantora Elza Soares, quer criar uma rede de apoio às mulheres. A plataforma vai contar com duas funções. A primeira, permitirá que a mulher seja acompanhada por quem ela desejar, através do GPS, quando se sentir ameaçada.  A segunda funcionará como um botão de socorro, que dispara alertas para contatos cadastrados e também para mulheres inscritas no app e estejam perto do local." https://www.brasildefato.com.br/2017/07/05/aplicativo-desenvolvido-no-rio-quer-ajudar-a-prevenir-violencia-contra-a-mulher/

Gravidez na adolescência aumenta na Região de Francisco Beltrão

"A gravidez na adolescência registrou queda de 17% no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, no período de uma década. Em números absolutos, a redução foi de 661.290 nascidos vivos de mães entre 10 e 19 anos em 2004 para 546.529 em 2015. Em Francisco Beltrão, entre 2015 e 2016 houve um crescimento de 150% de grávidas de 10 a 14 anos (subiu de 2 para 7) e de 35,7% de grávidas com idade de 15 a 19 anos (de 157 para 213). Se considerar o primeiro quadrimestre deste ano, o número de adolescentes grávidas (10 a 14 anos) já teve um aumento de 85,7% (de 7 para 13), se comparar com todo o ano de 2016. Segundo o Ministério, a queda no número de adolescentes grávidas no País está relacionada a vários fatores como expansão do programa Saúde da Família, que aproxima os adolescentes dos profissionais de saúde, mais acesso a métodos contraceptivos e ao programa Saúde na Escola que oferece informação de educação em saúde. De acordo com dados da 8ª Regional de Saúde, nos muni...

Cobertura da violência contra a mulher ainda é superficial no Brasil, aponta estudo

"Apesar de o senso comum tratar a morte de mulheres no contexto familiar de forma romantizada como "crime passional", o debate trouxe à tona o esclarecimento de que o feminicídio não é um crime cometido por amor, mas, sim, por ódio. Além disso, a pesquisa feita pelo Instituto revela que a cobertura jornalista sem critérios pode contribuir para naturalizar a violência, em vez de impedir a culpabilização da vítima e justificar a ação do agressor." http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2017/05/cobertura-da-violencia-contra-a-mulher-ainda-e-superficial-no-brasil-aponta-estudo-9802669.html

VIOLÊNCIA CONTRA MULHER TEM CUSTOS

Em recente pesquisa, a ONU alertou quanto os custos causados pela violência contra a mulher. Os dias 25 de cada mês foram decretados como o Dia Laranja Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres. Essa foi uma forma de reforçar o apelo no enfrentamento.             Segundo demonstrado, a violência contra a mulher representa 2% do produto interno bruto global, ou, aproximadamente 1,5 trilhões de dólares. Na Uganda, o custo anual com funcionários que tratam das mulheres vítimas de violência doméstica é de 1,2 milhões de dólares. A Nova Guiné vem sofrendo no setor privado, porquanto, cerca de 11 dias de trabalho ao ano é perdido por conta da violência de gênero. O Peru detectou que perdeu 70 milhões de dias trabalhados devido à violência doméstica e familiar. No Camboja foi aferido que 20% das mulheres foram vítimas de violência doméstica, tendo relatos de falta de trabalho e, ainda, ausência escolar das crianças. O Vietnã apre...