Dandara dos Palmares
dominava
técnicas da capoeira e foi guerreira da resistência negra do século XVII. Não
se sabe se Dandara nasceu no Brasil ou no continente africano, mas teria se
juntado ainda menina ao grupo de negros que desafiaram o sistema colonial
escravista por quase um século. Ela participava também da elaboração das
estratégias de resistência do quilombo. Além de lutar, participava de
atividades cotidianas em Palmares, como a caça e a agricultura. No quilombo era
praticada a policultura de alimentos como milho, mandioca, feijão, batata-doce,
cana-de-açúcar e banana. Dandara foi uma liderança importante, junto com seu
companheiro Zumbi, cujo nome inspirou a homenagem do dia da Consciência Negra,
comemorado em 20 de novembro. Com poucos registros historiográficos, estima-se
sobre a morte de Dandara que ela tenha se jogado de uma pedreira ao abismo, uma
atitude para não se entregar às tropas militares portuguesas que aprisionavam o
Colombo, morrendo então em 1694 em Pernambuco, Brasil Colonial.
“Acho que os homens e as mulheres são muito parecidos, porque existem tantos homens diferentes e tantas mulheres diferentes. Acho que a principal diferença entre os homens e as mulheres são as expectativas sociais que são colocadas nas mulheres e as expectativas sociais que são colocadas nos homens.” Este é um dos três depoimentos de um vídeo especial, em português e diversos outros idiomas, que a ONU e parceiros produziram para marcar o Dia Internacional da Mulher em 2014. A data é lembrado todo 8 de março. O tema deste ano é “Igualdade para as mulheres é o progresso para todos”. Os depoimentos são de mulheres de Madagascar, Irlanda e Nepal. “Homens e mulheres iguais? As mulheres são bem superiores”, diz a simpática mulher que vive no Nepal, acrescentando: “Não é verdade? Sem mulheres não há vida”. O projeto acima – do fotógrafo Yann Arthus-Bertrand – chama-se “7 Bilhões de Outros” e começou em 2003, consistindo em cerca de 6 mil entrevistas filmadas em mais de ...

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