Maria Quitéria nasceu na cidade de Feira
de Santana, Bahia, em 1792. Apelidada de “Joana d’Arc brasileira”, Maria
Quitéria pediu ao seu pai permissão para se alistar no exército para a luta da
independência brasileira. Seu pai disse não e, é claro, ela foi mesmo assim:
cortou os cabelos, vestiu as roupas do cunhado, e ficou conhecida como Soldado
Medeiros. Seu pai descobriu isso poucas semanas depois, mas o comandante do
Batalhão de Maria não deixou que ela fosse embora por ser uma excelente
soldada. Após a descoberta trocou o uniforme masculino por saias e adereços.
Sua coragem em ingressar em um meio masculino chamou a atenção de outras
mulheres, as quais passaram a juntar-se às tropas e formaram um grupo comandado
por Quitéria. Lutou em diversas batalhas e sua bravura foi reconhecida ainda em
sua época. Com a derrota das tropas portuguesas, em julho de 1823, Maria
Quitéria foi promovida a cadete e reconhecida como heroína da Independência.
Dom Pedro I deu a ela o título de “Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro”. Faleceu
em 1853 em Salvador. Em 1953, no aniversário de 100 anos de sua morte, o
governo brasileiro decretou que seu retrato estivesse presente em todos as
repartições e unidades do Exército.
Neste post vamos trazer alguns dados que demonstram a violência contra a mulher em âmbito nacional. São 6 tópicos para serem lidos e repensados. 1 - As mulheres são assassinadas em casa; 2 - agressões são comum e não param; 3 - mulheres jovens estão em relacionamentos violentos; 4 - crianças sofrem junto com as mães; 5 - quase todo mundo conhece uma vítima; 6 - uma mulher é estuprada a cada 11 minutos no Brasil. Para ler o texto na íntegra: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/6-dados-que-revelam-a-gravidade-da-violencia-contra-a-mulher

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