Pular para o conteúdo principal

Lygia de Azevedo Fagundes



 Lygia Fagundes da Silva Telles, nascida Lygia de Azevedo Fagundes, (São Paulo, 1923) também conhecida como "a dama da literatura brasileira" e a maior escritora brasileira viva. Além de advogada, romancista e contista, Lygia tem grande representação no pós-modernismo, e suas obras retratam temas clássicos e universais como a morte, o amor, o medo e a loucura, além da fantasia. A escritora é vencedora do Prêmio Camões, além de membro da Academia Paulista de Letras, da Academia Brasileira de Letras e da Academia das Ciências de Lisboa. Entre suas obras estão “Ciranda de Pedra“, e “As Meninas“, este último ganhador de um Prêmio. No dia 3 de fevereiro de 2006, o nome de Lygia Fagundes Telles foi escolhido com unanimidade pela União Brasileira de Escritores e encaminhado como indicação ao prêmio Nobel de literatura. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Maria Quitéria

Maria Quitéria nasceu na cidade de Feira de Santana, Bahia, em 1792. Apelidada de “Joana d’Arc brasileira”, Maria Quitéria pediu ao seu pai permissão para se alistar no exército para a luta da independência brasileira. Seu pai disse não e, é claro, ela foi mesmo assim: cortou os cabelos, vestiu as roupas do cunhado, e ficou conhecida como Soldado Medeiros. Seu pai descobriu isso poucas semanas depois, mas o comandante do Batalhão de Maria não deixou que ela fosse embora por ser uma excelente soldada. Após a descoberta trocou o uniforme masculino por saias e adereços. Sua coragem em ingressar em um meio masculino chamou a atenção de outras mulheres, as quais passaram a juntar-se às tropas e formaram um grupo comandado por Quitéria. Lutou em diversas batalhas e sua bravura foi reconhecida ainda em sua época. Com a derrota das tropas portuguesas, em julho de 1823, Maria Quitéria foi promovida a cadete e reconhecida como heroína da Independência. Dom Pedro I deu a ela o título de “Ca...

Mercedes Batista

Primeira bailarina negra do Teatro Municipal , Mercedes Ignacia da Silva Krieger (1921-2014), mais conhecida como Mercedes Batista, foi empregada doméstica, trabalhou em gráfica, fábrica de chapéus para se sustentar a sustentar seu sonho de dançar. Bailarina e coreógrafa é considerada a maior precursora do balé e da dança Afro no Brasil. Nos anos 50 fundou o Ballet Folclórico Mercedes Batista. A carioca ingressou em 1940 na Escola de Danças do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e em 1947 foi selecionada como bailarina profissional. Teve de lidar com o preconceito e discriminação. Nesse mesmo período conheceu o Teatro Experimental do Negro. Em 1960, foi a carnavalesca da Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro, com tema sobre Quilombo dos Palmares. Em 1969, Mercedes criou, coreografou e dirigiu o espetáculo “Tropicalíssima”, apresentado em Lisboa, Portugal. Ao voltar para o Brasil, fundou o Ballet Folclórico Mercedes Baptista. Ela é tida como a principal responsável pela identida...

Com o tema ‘Igualdade para as mulheres é o progresso para todos’, ONU marca Dia da Mulher

“Acho que os homens e as mulheres são muito parecidos, porque existem tantos homens diferentes e tantas mulheres diferentes. Acho que a principal diferença entre os homens e as mulheres são as expectativas sociais que são colocadas nas mulheres e as expectativas sociais que são colocadas nos homens.” Este é um dos três depoimentos de um vídeo especial, em português e diversos outros idiomas, que a ONU e parceiros produziram para marcar o Dia Internacional da Mulher em 2014. A data é lembrado todo 8 de março. O tema deste ano é “Igualdade para as mulheres é o progresso para todos”. Os depoimentos são de mulheres de Madagascar, Irlanda e Nepal. “Homens e mulheres iguais? As mulheres são bem superiores”, diz a simpática mulher que vive no Nepal, acrescentando: “Não é verdade? Sem mulheres não há vida”. O projeto acima – do fotógrafo Yann Arthus-Bertrand – chama-se “7 Bilhões de Outros” e começou em 2003, consistindo em cerca de 6 mil entrevistas filmadas em mais de ...